sexta-feira, 18 de maio de 2012

Judoca com deficiência visual é bronze no Grand Prix

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O atleta deficiente visual Enaldo Boaventura, 26 anos, ganhou medalha de bronze no Grand Prix Infraero de Judô, realizado neste último  final de semana em São Paulo. “Mesmo sem ser campeão, analiso que correspondi 100 % às expectativas porque disputei com atletas em nível de Seleção Brasileira”, disse o judoca.
Segundo Boaventura, a última luta e a que garantiu o terceiro lugar na competição, foi com paulista que já fez parte da seleção nacional. “É  a prova que o judô sergipano está em expansão. Para mim é uma grande honra trazer essa medalha para Aracaju”, explicou, enfatizando que encarou um frio de oito graus na hora da luta.

“Este ano, ainda irei disputar sete torneios aqui no estado. Essas competições servirão de preparação para a II Etapa do Grand Prix, que vai acontecer em novembro. Além disso, em julho, passarei um mês aprimorando a parte técnica no centro de treinamento na cidade de Bastos-SP. Hoje, São Paulo é o grande centro do Judô brasileiro”, destacou o atleta que é patrocinado pela Prefeitura de Aracaju.

Treinamentos planejados: Enaldo é um atleta disciplinado e que treina bastante e tem como sonho ingressar na Seleção Brasileira Paraolímpica. “Treino de segunda a sexta nos dois períodos. Às vezes, até aos finais de semana, estou na ativa-risos. Tudo é feito de forma bem planejada. Os treinamentos realizados no tatame, na sala de musculação e nas corridas na praia”, salientou.
 Títulos e conquistas
Várias vezes campeão sergipano, o superatleta já conseguiu a terceira colocação na seletiva para o mundial de 2009 e o quarto lugar na classificação geral para a disputa dos jogos paraolímpicos. Apesar das boas colocações nas seletivas, infelizmente não conseguiu se classificar para a disputa das duas competições. Ainda em 2009, terminou na quinta colocação no ranking brasileiro na categoria para deficientes. Neste último final de semana, Enaldo ganhou a medalha de bronze no Grand Prix de Judô, em São Paulo.

(Fonte: PMA/SEMEL) 

Postado Por: Anderson Barbosa00:04

quinta-feira, 17 de maio de 2012

I Festival Sergipano de GoalBall

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Os interessados  poderão participar  das aulas de goalball até o dia do festival das 9h30 às 11h30.        
Levar Material – Joelheira , Cotoveleira e venda. Material obrigatório -  Venda  ou pano preto. As aulas vão ser direcionadas a videntes e pessoas com defiociência visual.

Local: SESC – Charles Moritz
Data: 18/05/2012
Horário: 8 ás 12hrs.
Público Alvo: Estudantes e Profissionais de Educação Física
Inscrição: 5 reais
Charles Moritz – Segunda e sexta . 9:30 às 12h ou no dia do evento.
                  Informação: Charles_enio@hotmail.com  / 9926-5411/ 8837-9782

Realização:
ASSOCIAÇÃO DOS DEFICIENTES VISUAIS DE SERGIPE


Apoio:SESC

Postado Por: Anderson Barbosa15:33

sábado, 12 de maio de 2012

Cidadãos Down, mães guerreiras...

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oPor Anderson Barbosa
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“Sou feliz assim do jeito que sou”. Há sete anos, a promotora de Justiça, Ana Galgane, não imaginava ouvir a frase da filha que mais tarde receberia o nome de Alice. A mãe da pequena cidadã relembra que ao descobrir que a filha tinha síndrome de down teve uma reação superada tempos depois: primeiro veio o susto, depois o preconceito e o medo da não aceitação. “É bem verdade que a notícia traz sofrimento, mas a medida que o tempo vai passando a gente vence interiormente o preconceito enraizado na sociedade”, relata à promotora.

Foto: Cidown

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Com a superação, Ana iniciou a etapa de pensar no futuro da pequena Alice. Preocupações de como seria a rotina da garota, os desafios a serem enfrentados na vida adulta eram e ainda são  situações pelas quais luta para Alice crescer com independência e respeito na sociedade, como qualquer cidadão.
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Os olhinhos puxados, a sinceridade diante de algumas fatos não fazem de Alice uma criança diferente. Assim como as outras meninas da idade dela, adora as brincadeiras, seja sozinha ou na companhia de outras crianças. É uma menina alegre, comunicativa e sempre disposta a pousar para uma fotografia – é só chamar que ela faz a pose. Disposição também não lhe falta para partilhar o carinho com àqueles que chegam se aproximam.
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A infância é uma fase de descobertas e muitos aprendizados. Muitos das decisões que Alice tomará no futuro vão ser baseadas nas experiências vivida hoje. Por isso, a mãe faz questão de dar uma educação onde desobediência não tem vez. “Tenho dois filhos que não tem síndrome de down e que  são adultos. Eles foram criados do mesmo jeito que estou criando a Alice, sem superproteção e estabelecendo limites. Ela é uma criança normal como qualquer outra”, justifica Ana Galgane, que também entende que carinho e afeto são necessários a toda e qualquer criança.
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A promotora foi uma das mães que integram a Associação Sergipana dos Cidadãos com Síndrome de Down (Cidown), criada em 1997 e hoje tem cerca de 200 famílias cadastradas. Atualmente a entidade é presidida por outra mãe de um cidadão down, Sheila Christine Santos, segundo a qual nos tempos de hoje aceitar de uma pessoas com esta deficiência é mais fácil que há dez anos. “A gente já consegue chegar numa praça, shopping e praia e ver pais com sues filhos com síndrome. As famílias estão sem medo de mostrar seus filhos. A nossa luta é para quebrar paradigmas e mostrar que elas são capaz , produtivas”, observa.

Sheila e seu filho Heitor/Fonte: Arquivo Pessoal


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o    A Gestação – A espera de um filho vai bem mais além dos nove meses. Para algumas mulheres que têm dificuldade para engravidar só com a ajuda dos métodos de fertilização durante meses e até anos. Mas, independentemente se a gravidez foi por método natural ou in vitro, todas essas mães podem gerar um filho com algum tipo de deficiência, inclusive a down. “Geralmente aquelas mães que tem filho acima de 30, 35, 40 anos têm uma probabilidade maior de ter uma criança com a síndrome de down”, explica o médico Almir Santana.
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A vasta literatura médica explica que os homens produzem espermatozoides até o final da vida, a mulher já nasce com os óvulos que no futuro podem ser fecundados e gerar uma criança. O fato é que, os espermatozoides se renovam e os óvulos envelhecem. Daí ter um aumento na probabilidade dos filhos nascerem com alteração genética e causar deficiências como a down.
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“Nós temos ,nas células, 46 cromossomos. A criança que nasce com a síndrome tem um cromossomo a mais. Esse cromossomo provoca alterações físicas e deixa a criança mais vulnerável a algumas doenças como infecção respiratória, problemas cardíacos, entre outras”, conta o médico.
o    Doutor Almir, como é clamado, lembra que além do auxílio da medicina e fisioterapia as crianças com down conseguem levar uma vida como as outras crianças que não tem deficiência. “O grande problema ainda é o preconceito. Temos que combatê-lo, porque elas são diferentes, mas são normais. Merecem respeito e atenção da sociedade”. reforça Almir Santana.

Postado Por: Anderson Barbosa18:31

quinta-feira, 22 de março de 2012

Cidown faz palestra sobre "Inclusão: sonho ou realidade?"

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NOTA
 
A CIDOWN – Associação Sergipana dos Cidadãos com Síndrome de Down, dando continuidade aos trabalhos do ano de 2012, ainda em comemoração ao Dia Internacional da Síndrome de Down - 21 de março, promoverá a palestra “INCLUSÃO: SONHO OU REALIDADE?”, a ser proferida pela Pedagoga, Psicopedagoga, Especialista em Educação Especial, LIDIERI BARROS, que acontecerá em 29 de março, às 19:30 horas, no auditório da MULTSERV, localizado na Rua Frei Paulo, 191, Bairro São José.


Atenciosamente,

Sheila Christine Santos Fernandes de Souza
Presidente


CIDOWN - Cidadão Down. Associação Sergipana dos Cidadãos com Síndrome de Down

  www.cidown.com.br
  atendimento@cidown.com.br
  http://www.facebook.com/cidown
  

Postado Por: Anderson Barbosa08:37

quarta-feira, 21 de março de 2012

Aracaju celebra Dia Internacional da Síndrome de Down

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Foto: site da Cidown

Por Anderson Barbosa, com informações da CIDOWN

Vinte e um de março é o Dia Internacional da Síndrome de Down e em todo o mundo a data é lembrada com diversos eventos. Em Aracaju não é diferente, hoje (21), a CIDOWN - Cidadão Down - Associação Sergipana dos Cidadãos com Síndrome de Down – realiza uma caminhada no centro da cidade que vai reunir pessoas com deficiência, organizações não-governamentais e dezenas de pais.
Segundo a presidência do Cidown, Sheila Christine Santos Fernandes de Souza , “o  objetivo do dia é disseminar informações sobre a síndrome de Down e conscientizar a população sobre a importância da promoção do direito inerente às pessoas com síndrome de Down de desfrutar uma vida plena e digna, como membros ativos e valorizados em suas comunidades e na sociedade”.
A caminhada tem como tema “VIVENDO NOSSO PRESENTE. CONSTRUINDO NOSSO FUTURO”  e concentração ocorre a partir da 15h, com saída às 16h da Praça Olímpio Campos, em frente à Catedral Metropolitana, seguindo pela Rua Itabaianinha até a Rua São Cristóvão, dobrando no Calçadão da João Pessoa até a Praça Fausto Cardoso, na frente do Palácio Olímpio Campos. A Cidown vai vender durante o evento camisetas com a estampa abaixo ao preço de R$15,00.


Foto: site da Cidown

 
ONU (informações abaixo do site http://www.inclusive.org.br/): 


O primeiro Dia Internacional da Síndrome de Down oficial será celebrado na sede da ONU em NY, em 21 de março de 2012 (21/03), com a Conferência “Construindo o nosso futuro”.
Educação inclusiva, participação política, vida independente e pesquisas científicas são alguns dos tópicos que serão discutidos por auto-defensores, além de especialistas na síndrome, representando todos os continentes.
O Brasil estará fortemente representado por jovens da Associação Carpe Diem de São Paulo, que foram convidados para lançar o livro de sua autoria “Mude o seu falar que eu mudo o meu ouvir”, um guia de acessibilidade na comunicação para pessoas com deficiência intelectual. A publicação é a primeira no gênero de que se tem notícia no mundo e terá versões em português e inglês. As ações pela promoção da inclusão em parceria com a mídia do Instituto MetaSocial, da campanha Ser Diferente é Normal, em comerciais e novelas, entre outras, e as comemorações do Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado no Brasil desde que foi lançado em 2006, também terão destaque. Tathiana Heiderich, repórter do programa Ser Diferente contará sua experiência na TV.
O evento é gratuito e patrocinado pelas Missões do Brasil e da Polônia junto à ONU e organizado pela Down Syndrome International, Secretariado da ONU para a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e UNICEF, com a colaboração da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD), Down España, Down Syndrome Research and Treatment Foundation (DSRTF), National Down Syndrome Center (NDSC),  National Down Syndrome Society (NDSS) e Special Olympics.
O evento será transmitido ao vivo no website da ONU: http://www.unmultimedia.org/tv/webcast/index.html
Sobre o Dia Internacional da Síndrome de Down
O Dia Internacional da Síndrome de Down foi criado pela Down Syndrome International e é comemorado desde 2006. A data escolhida foi 21 de março (21 / 3) para representar a singularidade da triplicação (trissomia) do cromossomo 21 que causa esta ocorrência genética.
O objetivo do dia é disseminar informações sobre a síndrome de Down e  conscientizar a população sobre a importância da promoção do direito inerente às pessoas com síndrome de Down de desfrutar uma vida plena e digna, como membros  ativos e valorizados em suas comunidades e na sociedade.
Uma resolução para designar 21 de março como “Dia Internacional da Síndrome de Down”, a ser observado a cada ano a partir de 2012, foi aprovada por consenso pela Assembléia Geral da ONU em Dezembro de 2011. A resolução foi proposta e promovida pelo Brasil, e co-patrocinada por 78 Estados membros da ONU.

Postado Por: Anderson Barbosa11:40

terça-feira, 13 de março de 2012

Rogério Minotouro visita Amo, em Aracaju

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Rogério Minotouro visita sede da AMO.
 


Na última segunda-feira, 12, a Associação dos Amigos da Oncologia – AMO -, recebeu a visita ilustre de Rogério Minotouro, lutador brasileiro de artes marciais mistas e que brilha no cenário do UFC mundial. O atleta esteve em Aracaju, onde participou no domingo, 11, do Seminário Solidário de MMA, em que a AMO foi beneficiada com as doações arrecadadas no ato da inscrição do evento.
Minotouro visitou a instituição e foi recebido com carinho e tietagem pela diretoria, voluntários, assistidos e funcionários. Na oportunidade, o atleta enalteceu o trabalho da AMO e através de palavras de incentivo, falou aos assistidos sobre as dificuldades que são travadas por todos. Mas, que é preciso acima de tudo, força, fé e luta para conseguir vencer todas as batalhas. A partir dessa visita, a Associação dos Amigos da Oncologia, conta com o apoio do padrinho Rogério Minotouro, que através do esporte vai unir forças em prol da instituição. A visita foi acompanhada pelo treinador do atleta, o americano Erick Albarracin, do professor Adriano Ulisses, Charles Nardelli e do voluntário Luciano Silva.

Minotouro ao lado segura uma criança assistida pela AMO.


AMO - A Associação dos Amigos da Oncologia é uma instituição não governamental, sem fins lucrativos, que presta assistência a portadores de câncer de todas as idades. O trabalho da AMO beneficia pessoas provenientes de Aracaju, interior do estado, Alagoas e Bahia. Hoje, a AMO possui em seu cadastro mais de mil e oitocentos assistidos, sendo que, setecentos e setenta e nove estão recebendo atendimento. A cada mês, cerca de vinte novos cadastros são realizados. Para manter a estrutura assistencial, pagamento de funcionários e encargos, e a manutenção da unidade,  a instituição conta com as doações recebidas através do serviço de telemarketing e carnês. 
Além da assistência ao tratamento, a AMO fornece aos assistidos e familiares, cestas básicas, remédios, transporte, refeições, material de higiene, fraldas descartáveis, alojamento durante o tratamento, assistência social, psicológica e odontológica, entre outros.
A Associação dos Amigos da Oncologia está localizada a Rua Permínio de Souza, 270, em um prédio construído através do Projeto Mãos Amigas, da TV Sergipe, do qual a instituição participou em 2009.

Texto: Lotti+Caldas Comunicação
 
Crédito das Fotos: André Major

Postado Por: Anderson Barbosa11:58

sexta-feira, 9 de março de 2012

Miss Brasil faz show beneficente para o Lar de Zizi

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Mais uma vez em Aracaju, Silvanira Francisca, ex-interna, do Lar de Zizi atualmente residente e domiciliada em Barcelona (Espanha) estará em nossa cidade no Teatro Atheneu apresentando um espetáculo digno de nota, em um show beneficente para atender as necessidades desta instituição que a abrigou durante a sua infância.
 
No ano de 2006, Silvanira lançou no Brasil, a 1ª edição do seu livro em Português, “Lar de Zizi - Um pedacinho do céu na terra, abençoado por Deus”. Em 2007 lançou a 1ª edição em Espanhol, “Hogar de Zizi – Un pedacito del cielo en la tierra , bendecido por Dios. Ambos com peça teatral, tanto em espanhol como em português.
 
No exterior, por onde anda exercendo suas profissões de estética, coreógrafa e modelo (agência People), atuando em Barcelona como artista na área de TV ( Toni Rovira y tu, canal 25 de televisão, Barcelona) vem divulgando a casa que lhe abrigou e várias cidades sergipanas. Durante o evento, Silvanira apresentará o show com os artistas voluntários: Banda Ideário, Na mesa de samba, Clau Andries – cantora baiana.
 


O espetáculo será no dia 10 de março (sábado) às 20h no Teatro Atheneu com ingressos a venda no próprio teatro ao preço de R$ 50,00 inteira e R$ 25,00 meia. "O Lar de Zizi agradece a todos que se sensibilizarem com a causa do menor carente e ao mesmo tempo a alegria de sentir a sensação de um espetáculo de alto nível".
 
 
 
Fonte: Assessoria de Comunicação

Postado Por: Anderson Barbosa12:08